Anestesia local

Dissipação anestésica | Novo interstício | Bloqueios mandibulares

Dissipação anestésica | Novo interstício | Bloqueios mandibulares

menos de 1 minuto Mais importante do que onde você aplica a sua solução anestésica é para onde a sua solução anestésica canaliza. O conhecimento dos espaços fasciais é primordial na determinação do comportamento da solução anestésica no interior dos tecidos. Porém a descoberta do novo órgão chamada Interstício abre novos horizontes para entendermos ainda melhor a dissipação de infecções, edema, hematoma e também a dissipação das soluções anestésicas. No vídeo abaixo vamos entender o que esta nova descoberta tem a ver com a Continue lendo

Dor Pós-Operatória: Como Quantificar & Tratar de Maneira Objetiva

Dor Pós-Operatória: Como Quantificar & Tratar de Maneira Objetiva

menos de 1 minuto Você faz uma exodontia e no dia seguinte o paciente te liga dizendo que está com dor forte. Não é raro o paciente receber, por telefone mesmo, a orientação: tome mais um analgésico e a dor vai passar.  Tais condutas com certeza não são as mais adequadas. A causa da dor não foi investigada, a dor não foi devidamente quantificada e a tentativa de promoção de analgesia foi feita de forma simplista e ineficiente. Uma vez que a dor é uma Continue lendo

Projeto Inovador em Odontologia – Inovação na Prática – Nova conexão para Seringa Carpule

Projeto Inovador em Odontologia – Inovação na Prática – Nova conexão para Seringa Carpule

2 minutos Desde a criação do meu canal do Youtube com certeza esse vídeo foi o mais desafiante de todos. Mas antes de ver o vídeo, eu explico um pouco os bastidores que me levaram a produzí-lo. O problema A seringa carpule e agulha anestésica foram desenhadas a mais de 100 anos e muito pouco evoluíram desde então. Apesar de apresentarem alguns problemas, acabamos nos acostumando com os problemas e achamos que são normais. Você vai injetar a solução anestésica e percebe que o Continue lendo

5 motivos para você repensar o uso do vasoconstritor Felipressina em pacientes hipertensos

5 motivos para você repensar o uso do vasoconstritor Felipressina em pacientes hipertensos

8 minutos Neste vídeo, vamos entender o que dizem as evidências científicas em relação o vasoconstritor felipressina, também chamado de Octapressin. No Brasil, esta solução anestésica apresenta-se em 3 apresentações comerciais: Citanest, Prilonest e Citocaína. Por mais que se tenha relatado que essa solução anestésica é a opção mais segura para pacientes hipertensos e/ou cardiopatas, neste vídeo vamos ver por que isso não é uma verdade absoluta. Abaixo, segue a transcrição do vídeo com as devidas referências. Use sempre anestésico que contenha felipressina como vasoconstritor Continue lendo

Bloqueio do Nervo Alveolar Inferior – O passo-a-passo

Bloqueio do Nervo Alveolar Inferior – O passo-a-passo

2 minutos A anestesia na maxila apresenta altos níveis de sucesso. O osso maxilar, menos denso, poroso, é um leito convidativo e favorável ao permeio de soluções anestésicas. Uma anestesia infiltrativa bem sucedida de um primeiro pré-molar superior é uma façanha facilmente atingida por qualquer cirurgião dentista em formação e com o mínimo de treinamento. A solução anestésica facilmente atravessa a comumente encontrada fina e porosa camada cortical e prontamente adentra os espaços medulares capilarmente se disseminando até o embebimento das terminações nervosas apicalmente Continue lendo

O mito da Articaína: o anestésico “perfeito”

O mito da Articaína: o anestésico “perfeito”

5 minutos Difusão nos tecidos Por possuir grande solubilidade lipídica (1), relata-se que a articaína possui maior difusão nos tecidos, o que pode representar uma área maior dissipação do anestésico, tanto nos tecidos moles tanto como no tecido ósseo. Esta propriedade tem levado alguns autores a sugerirem o uso em crianças, onde por conta das características do osso menos denso, mesmo em mandíbula, pode-se evitar a necessidade de bloqueio no nervo alveolar inferior (2). Testou-se (3) a anestesia local pra exodontia de pré-molares superiores Continue lendo

Como anestesiar pacientes hipertensos com segurança

Como anestesiar pacientes hipertensos com segurança

1 minuto Sabendo que por volta de 25% da população no Brasil apresenta hipertensão e somado ao fato de que existem muitos que desconhecem que são hipertensos, fica nítido que essa classe representa uma substancial quantidade de pacientes que recebemos no cotidiano clínico. O primeira preocupação ao se realizar a anestesia local é em relação ao emprego de soluções anestésicas que contém vasoconstritores, as quais poderiam induzir um aumento da hipertensão. Mas antes da preocupação em selecionar a anestésico ideal para esse paciente é Continue lendo

Cálculo de dose máxima de anestésicos locais

Cálculo de dose máxima de anestésicos locais

2 minutos O cálculo de dose máxima de anestésicos locais é algo que se aprende na graduação e é bem provável que a maioria ja esqueça como fazer o cálculo mesmo antes de se formar. O que podemos constatar é que a imensa maioria dos dentistas não tem a mínima idéia de como se faz o cálculo de dose máxima e mesmo assim a taxa de mortalidade com anestésicos locais é muito baixa. Isso acontece por dois motivos: 1) a margem de segurança é Continue lendo

Trismo após a anestesia local. Por que acontece, como prevenir e tratar.

Trismo após a anestesia local. Por que acontece, como prevenir e tratar.

3 minutos O trismo no pós-anestésico é uma complicação local que não pode ser sempre 100% evitada. Porém, conhecendo suas principais causas, podemos diminuir muito sua ocorrência. Os principais motivos que produzem trismo no pós-operatório são: 1. Injeções anestésicas intra-musculares Não é raro a falha do bloqueio do nervo alveolar inferior ser ocasionada pela injeção anestésica no interior do músculo pterigoideo medial. Na tentativa desorientada e, por que não, desesperada de se contornar uma falha anestésica, o cirurgião-dentista pode realizar múltiplas punções e uma Continue lendo